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Muitos pacientes precisam realizar a artroplastia de quadril, cirurgia na qual uma prótese de quadril é colocada no lugar de superfícies articulares degeneradas. A intenção é fazer com que a biomecânica articular possa ser restabelecida, fazendo com que o operado possa ter melhora nos quadros de dor; ganho de mobilidade articular; e capacidade de andar sem limitações.

A luxação congênita do quadril, também conhecida como displasia congênita do quadril, é uma doença que, como o próprio nome diz, está presente desde o nascimento. No caso da luxação congênita, o bebê nasce com o quadril não totalmente amadurecido, o que causa o não encaixe entre o fêmur e o osso do quadril. A doença tem cura, e quanto antes for diagnosticada para que o tratamento seja iniciado, maiores são as chances do paciente apresentar a cura completa.

A bursite de quadril é uma inflamação na bursa, saco gelatinoso localizado entre tendões e ossos do fêmur, que é tratada por meio de fisioterapia. Apesar de ser comum em atletas, dado a fortes sobrecargas na região, a doença acomete qualquer pessoa, mas é mais comum entre mulheres e idosos. 

Uma das regiões do corpo que sofre muito com os movimentos realizados pelos jogadores de vôlei é o quadril. Isso porque os atletas estão frequentemente impulsionando o corpo para saltar e, depois, aterrissando no solo.

O quadril dos idosos é mais afetado do que o de pacientes em outras faixas etárias. Isso está associado à perda de massa óssea, natural do avanço da idade. Além disso, também há perda de força muscular, o que compromete funções essenciais para o corpo, como equilíbrio e estabilidade. Alguns dos problemas comuns no quadril dos idosos são:

Por ser uma articulação bastante exigida em atletas, muito em função da excessiva e intensa repetição de movimentos, o quadril é fatalmente uma região fácil de ser lesionada. Para evitar ou tratar problemas como bursites, tendinites e fraturas, recomenda-se métodos conservadores. O principal é a fisioterapia de quadril.