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Vários pacientes precisam colocar próteses no quadril por meio de uma cirurgia chamada de artroplastia do quadril. O objetivo da cirurgia é fazer com que o paciente não sinta dores, tenha a região recuperada, e possa voltar às atividades do dia a dia. Uma dúvida muito comum entre os paciente é se eles podem praticar atividades físicas após colocar prótese no quadril. E a resposta é: sim.

Osteoartrose e osteonecrose são duas doenças que atingem o quadril, porém, apesar dos nomes parecidos, elas se diferenciam pela região afetada: enquanto uma atinge a cartilagem, a outra atinge diretamente o osso dos pacientes.

As fraturas de fêmur, também conhecidas como fratura do quadril, não são comuns em crianças como são nos adultos, sendo que nos pacientes infantis elas representam 1% de todas as fraturas dessa faixa etária. O mais importante no caso das crianças é prestar atenção nas complicações que podem surgir após uma fratura de fêmur.

Quando o assunto são as lesões que envolvem ossos, ligamentos, tendões e todas as estruturas que possibilitam a mobilidade dos membros, muitos pacientes se confudem entre quatro dessas principais lesões, se questionando: qual a diferença entre fratura, fissura, luxação e entorse? Veja a particularidade de cada uma abaixo:

Muitos pacientes precisam realizar a artroplastia de quadril, cirurgia na qual uma prótese de quadril é colocada no lugar de superfícies articulares degeneradas. A intenção é fazer com que a biomecânica articular possa ser restabelecida, fazendo com que o operado possa ter melhora nos quadros de dor; ganho de mobilidade articular; e capacidade de andar sem limitações.

A luxação congênita do quadril, também conhecida como displasia congênita do quadril, é uma doença que, como o próprio nome diz, está presente desde o nascimento. No caso da luxação congênita, o bebê nasce com o quadril não totalmente amadurecido, o que causa o não encaixe entre o fêmur e o osso do quadril. A doença tem cura, e quanto antes for diagnosticada para que o tratamento seja iniciado, maiores são as chances do paciente apresentar a cura completa.