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Viver mais e melhor é o grande anseio que a humanidade busca. Um século atrás, a estimativa de vida era de até 50 anos. Viver até a sexta década era para poucos. Felizmente esse quadro mudou consideravelmente.

Hoje, a estimativa de vida é calculada até os 80 anos de idade. Inclusive, a população com mais de 100 anos aumenta gradualmente a cada década. Tudo isso graças ao avanço da medicina e das formas de tratamento e diagnóstico de doenças ligadas à terceira idade.

O envelhecimento saudável é uma realidade. Não é raro encontrar sexagenários se exercitando em academias ou praticando alguma atividade física em parques. Evidente que ainda há um número considerável de pessoas que padecem por decrepitude física ou intelectual, sobretudo a partir dos 70 anos. Mas a tendência é que esse número diminua cada vez mais.

Também deve-se lembrar que a qualidade de vida na terceira idade é um reflexo de anos de poucos excessos e muitos cuidados. Pessoas que se exercitam com frequência, realizam check-ups rotineiros e se alimentam devidamente, tendem a viver mais e melhor. Essas práticas refletem na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, entre outras.

No Brasil, uma pessoa é considerada idosa a partir dos 60 anos. Em países desenvolvidos essa média aumenta para os 65. A atividade física nessa faixa etária é fundamental para o bem-estar. Inclusive, a medicina atual quer acabar com a ideia de que a velhice é sinônimo de processos patológicos degenerativos, tanto em saúde mental quanto em saúde física.

Esse rótulo de fragilidade de saúde está sendo combatido há anos por especialistas. Afinal, hoje em dia a velhice não é mais sinônimo de pessoas reclinadas em uma cadeira de balanço, enquanto se queixam de dores e sofrem com irritabilidade constante. Esse estereótipo foi totalmente rechaçado em virtude do envelhecimento ativo, alcançado graças à atividade física na terceira idade, entre outras práticas saudáveis.

Alimentação balanceada

A começar pela alimentação balanceada, quase um dogma a ser seguido para quem busca um envelhecimento saudável. E isso não implica em restrições na dieta, mas sim na moderação e o equilíbrio entre os valores nutricionais. Ou seja, o consumo de doces, por exemplo, pode ser mantido, desde que haja equilíbrio. 

Sono regulado

Noites bem dormidas são reparadoras para o corpo e mente de qualquer pessoa. Sobretudo para um idoso. Adormecer contribui para o restabelecimento da capacidade cognitiva e disposição a cada dia.

Conviver em grupo

A convivência social, seja com familiares ou amigos, também é de suma importância para a qualidade de vida na terceira idade. Uma cabeça ativa, principalmente ao lado de outras pessoas, irá sempre promover o bem-estar e o ímpeto de ter cada vez mais novas experiências.

Hábitos que estimulem o cérebro

Outra forma de promover a qualidade de vida na terceira idade está associada ao estímulo cerebral. Criar hábitos como jardinagem, pintura, cozinha, entre outros, contribuem para a saúde do cérebro e para a cognição.

Rotina de exames

Também não devemos esquecer de que o idoso deve realizar exames preventivos com certa regularidade. Com o avanço da idade, é comum alguns problemas na saúde. Uma simples fratura do quadril em idosos, por exemplo, pode comprometer severamente toda a sua mobilidade. Por isso médicos das mais variadas especialidades devem ser consultados. 

Atividade física

Para fortalecer os músculos e ossos, a atividade física é sempre incentivada. Qualquer movimento contínuo é benéfico para o aparelho locomotor e cardiovascular do idoso. Afinal, a energia produzida desse esforço colabora para a autoestima e qualidade de vida. Isso se deve à resistência que os exercícios oferecem para o organismo do idoso. Dessa forma é possível preservar a capacidade de adaptação funcional, contribuindo assim para recuperações mais rápidas e evitando agravamentos causados por doenças ou condições climáticas adversas. 

De todo modo, todas essas medidas podem ser supervisionadas por profissionais da saúde, com ajuda do que há de mais moderno em tecnologia. O acompanhamento por especialistas contribuem significativamente para o envelhecimento saudável.