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As fraturas de fêmur, também conhecidas como fratura do quadril, não são comuns em crianças como são nos adultos, sendo que nos pacientes infantis elas representam 1% de todas as fraturas dessa faixa etária. O mais importante no caso das crianças é prestar atenção nas complicações que podem surgir após uma fratura de fêmur.

Quando uma criança sofre uma fratura de quadril, o caso é considerado de emergência cirúrgica. Sendo que a fratura pode ser classificada das seguintes maneiras:

- Traumas de alta energia: causados principalmente por acidentes automobilísticos, como batidas, atropelamentos, quedas com motocicleta, etc.

- Traumas de baixa energia: ocorrem durante as práticas esportivas, como uma queda brusca no chão;

- Traumas em playground: quedas de brinquedos altas o suficiente para causar a fratura;

- Traumas no parto: quando a fratura ocorre por partos traumáticos;  

- Fraturas patológicas: causadas por lesão ou doença capaz de enfraquecer o osso do quadril, como tumor ou infecção;

- Maus tratos: quando a criança sofre agressão física, comum principalmente nas crianças com menos de 1 ano e que precisa ser levada em consideração e avaliada com muito cuidado.

A maioria dos casos será tratada com gesso que vai ser colocado do pé à cintura do paciente. Para as crianças com mais de 6 anos até a adolescência, pode ser necessário fazer manobra de redução (colocar o osso no lugar), ou fixação de hastes medulares por meio de cirurgia.

O tratamento ideal irá permitir o bom alinhamento dos ossos com uma consolidação adequada, além de reabilitação precoce e bom restabelecimento da marcha, fazendo com que a criança não precise ficar internada por muito tempo e possa voltar às suas atividades diárias o mais rápido possível.

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