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O diagnóstico é feito nos três primeiros dias após o nascimento, com dois testes específicos: o teste de Barlow e o teste de Ortolani. No teste de Barlow, as pernas do bebê são pressionadas de cima para baixo, já no teste de Ortolani as perninhas são testadas para verificação da amplitude de movimento e abertura do quadril. Assim o especialista pode chegar à conclusão de que a articulação não possui o encaixe perfeito.

O tratamento é orientado por um médico ortopedista e pode ser feito de três maneiras distintas:

Suspensório de Pavlik:

O suspensório de Pavlik é colocado logo após o diagnóstico. Ele se prende nas pernas e no tórax do bebê, fazendo com que as pernas da criança fiquem dobradas e abertas. O objetivo é fazer com que a cabeça do fêmur e a fossa do acetábulo possam se desenvolver. 96% dos casos de displasia são curados com esta técnica.

Uso de gesso:

O gesso é usado quando o suspensório é retirado e a articulação não estiver devidamente posicionada.

Manobra para posicionamento do fêmur no quadril:

Quando descoberta tardiamente, a luxação congênita pode ser tratada com manobra específica para o posicionamento do fêmur dentro da articulação, seguido de colocação de gesso.

Caso nenhuma dessas opções tenha surtido efeito, o médico responsável pode optar por cirurgia.

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